{"id":6238,"date":"2018-05-14T11:55:23","date_gmt":"2018-05-14T14:55:23","guid":{"rendered":"http:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/?p=6238"},"modified":"2018-05-14T11:55:23","modified_gmt":"2018-05-14T14:55:23","slug":"trabalhador-do-futuro-em-debate-nas-empresas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/noticias\/trabalhador-do-futuro-em-debate-nas-empresas\/","title":{"rendered":"Trabalhador do futuro em debate nas empresas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 alguns anos, a consultoria Deloitte construiu salas de videoconfer\u00eancia altamente tecnol\u00f3gicas em suas principais sedes ao redor do globo \u2013 inclusive S\u00e3o Paulo \u2013 por acreditar que o futuro seria um tempo em que praticamente n\u00e3o haveria reuni\u00f5es presenciais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A tecnologia usada na \u00e9poca continua inovadora. As salas t\u00eam tel\u00f5es enormes que d\u00e3o aos participantes da reuni\u00e3o \u2013 ainda que estejam em continentes diferentes \u2013 a sensa\u00e7\u00e3o de estarem em volta de uma mesma mesa, lado a lado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Praticamente n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a entre o real e o virtual \u2013 e, ainda assim, o espa\u00e7o n\u00e3o tem o protagonismo que se imaginou para ele. Mais que isso, as reuni\u00f5es peri\u00f3dicas \u2013 e presenciais \u2013 entre os principais l\u00edderes da consultoria no mundo continuam acontecendo. Algumas vezes por ano, Altair Rossatto, CEO da Deloitte no Brasil, pega um avi\u00e3o para alguma parte do planeta para se reunir \u201colho no olho\u201d com os colegas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c0s vezes voc\u00ea j\u00e1 tem a tecnologia dispon\u00edvel, mas h\u00e1 coisas que exigem um per\u00edodo maior de adapta\u00e7\u00e3o\u201d, ele diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O exerc\u00edcio de pensar o futuro faz parte do dia a dia da maioria das empresas. Antecipar tend\u00eancias \u00e9 uma das estrat\u00e9gias das companhias para ganhar espa\u00e7o no mercado ou mesmo para garantir sua sobreviv\u00eancia no longo prazo. Muitas vezes, contudo, elas erram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E hoje, diante das mudan\u00e7as aceleradas da tecnologia e da chegada da \u201cind\u00fastria 4.0\u201d \u2013 em que as m\u00e1quinas cada vez mais desempenham fun\u00e7\u00f5es humanas -, as empresas est\u00e3o perdidas quando olham para a frente, especialmente em rela\u00e7\u00e3o aos seus funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma pesquisa da Deloitte feita com 1,6 mil presidentes de grandes companhias em 19 pa\u00edses \u2013 incluindo 102 no Brasil \u2013 e divulgada em abril mostrou que 86% dos CEOs acreditam estar fazendo \u201ctudo o que podem\u201d para criar uma for\u00e7a de trabalho para a \u201cquarta revolu\u00e7\u00e3o industrial\u201d. Mesmo assim, apenas um quarto do total disse estar confiante de que seu quadro de funcion\u00e1rios tenha a composi\u00e7\u00e3o e as habilidades necess\u00e1rias para o futuro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os resultados aparentemente contradit\u00f3rios, na avalia\u00e7\u00e3o da Deloitte, s\u00e3o um retrato do momento atual de inflex\u00e3o, uma mistura entre \u201cesperan\u00e7a e ambiguidade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNo Brasil, mais de 90% das empresas entendem que est\u00e3o fazendo o necess\u00e1rio para o treinamento atual das compet\u00eancias necess\u00e1rias. Por\u00e9m, elas n\u00e3o conseguem enxergar o que t\u00eam de fazer daqui pra frente. Essa mudan\u00e7a \u00e9 o desafio\u201d, pondera Ronaldo Fragoso, s\u00f3cio da Deloitte e coordenador do estudo no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um das dificuldades das empresas \u00e9 prever o impacto da tecnologia sobre o empregoSe as empresas n\u00e3o sabem o que fazer, tamb\u00e9m n\u00e3o conversam sobre isso tanto quanto deveriam. O assunto \u201ctalentos e recursos humanos\u201d ocupava o \u00faltimo lugar entre 12 t\u00f3picos discutidos com maior frequ\u00eancia, segundo a pesquisa, ressaltado por apenas 17% dos CEOs, logo atr\u00e1s de \u201cincomodar os concorrentes\u201d, com 24%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, o porcentual \u00e9 um pouco mais alto \u2013 31% -, mas segue entre os assuntos menos discutidos na dire\u00e7\u00e3o das empresas, ainda de acordo com a pesquisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O futuro das profiss\u00f5es<\/strong><br \/>\nUma das dificuldades das empresas \u00e9 prever o impacto da tecnologia sobre o emprego, o que explica em parte os resultados. Dentro de 20 anos, quais ocupa\u00e7\u00f5es continuar\u00e3o existindo e quais ser\u00e3o desempenhadas pelas m\u00e1quinas?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 algumas d\u00e9cadas, os especialistas em ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o perceberam que os computadores tamb\u00e9m eram capazes de aprender. Quando expostos a um volume grande de informa\u00e7\u00f5es sobre um mesmo assunto, eles conseguiriam identificar padr\u00f5es comuns e fazer previs\u00f5es em cima de dados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A aprendizagem autom\u00e1tica (\u201cmachine learning\u201d), a intelig\u00eancia artificial e a internet das coisas (a conex\u00e3o entre o mundo f\u00edsico e a internet) dar\u00e3o forma ao futuro do trabalho, ainda que esses contornos estejam pouco definidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um exemplo pr\u00e1tico nesse sentido \u00e9 o das \u201clegal techs\u201d, empresas de tecnologia voltadas para a \u00e1rea do Direito que usam supercomputadores capazes, por exemplo, de ler e interpretar contratos. Em 2016, a IBM deu um passo al\u00e9m e lan\u00e7ou o primeiro rob\u00f4-advogado, batizado de Ross, contratado no mesmo ano pelo escrit\u00f3rio da Baker&amp;Hostetler, em Nova York.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mesma plataforma de intelig\u00eancia artificial da IBM que deu origem ao Ross, chamada Watson, vem tamb\u00e9m sendo \u201ctreinada\u201d na \u00e1rea de sa\u00fade e h\u00e1 alguns anos tem se mostrado capaz de diagnosticar diversos tipos de c\u00e2ncer com a mesma precis\u00e3o que os oncologistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para William Maloney, economista-chefe do Banco Mundial para a \u00e1rea de Crescimento Equitativo, Finan\u00e7as e Institui\u00e7\u00f5es, mudan\u00e7as como essas sinalizam que o advogado e o m\u00e9dico continuar\u00e3o existindo no futuro, mas seu trabalho ser\u00e1 diferente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA mudan\u00e7a maior vai ser nas tarefas, n\u00e3o nos empregos\u201d, ele ressalta. O avan\u00e7o da tecnologia tem criado uma demanda por novos servi\u00e7os complementares a ela, pondera o economista, que v\u00e3o mudar a cara de algumas profiss\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs habilidades requeridas por esse novo mercado de trabalho ser\u00e3o cada vez mais complementares \u00e0s fun\u00e7\u00f5es desempenhadas pelas m\u00e1quinas\u201d, destaca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso j\u00e1 acontece, por exemplo, na filial brasileira de outra empresa de auditoria e consultoria, a EY, que vem usando um rob\u00f4 para fazer seu processo de faturamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para aproxim\u00e1-lo dos \u201ccolegas\u201d, ele ganhou at\u00e9 nome, Billy, uma pr\u00e1tica que tem ficado mais comum nas empresas que incorporam essas m\u00e1quinas \u00e0 equipe, conta Oliver Kamakura, s\u00f3cio de consultoria em gest\u00e3o de pessoas da EY.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEles v\u00e3o passar a ser nossos companheiros de trabalho.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Choque de gera\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\nA inquieta\u00e7\u00e3o das empresas em rela\u00e7\u00e3o ao trabalhador do futuro \u00e9 tamb\u00e9m reflexo da dificuldade que elas j\u00e1 sentem hoje para lidar com as gera\u00e7\u00f5es mais jovens, acrescenta Kamakura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cExiste uma percep\u00e7\u00e3o de que o perfil dos funcion\u00e1rios vem mudando, mas as empresas ainda t\u00eam dificuldade para ajustar seus modelos de neg\u00f3cio para atrair esses novos talentos\u201d, diz ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um exemplo pr\u00e1tico \u00e9 o da carreira tradicional \u2013 de trainee a gerente, uma jornada que dura pelo menos 15 anos -, ainda valorizada pelas grandes empresas, mas cada vez menos atraente para os mais jovens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00f3s fizemos uma pesquisa nas Am\u00e9ricas e verificamos que os \u2018millennials\u2019 querem ter experi\u00eancias diversificadas pelo menos at\u00e9 os 38 anos. Como as empresas v\u00e3o fazer frente a essas expectativas?\u201d, questiona Kamakura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse cen\u00e1rio, as companhias tradicionais v\u00eam perdendo espa\u00e7o e relev\u00e2ncia para empresas que h\u00e1 dez anos n\u00e3o existiam, e que funcionam com a l\u00f3gica das empresas de tecnologia. \u201cElas erram mais r\u00e1pido e aprendem mais r\u00e1pido com os erros. Para as empresas \u2018tradicionais\u2019, as grandes mudan\u00e7as s\u00e3o como dar um cavalo de pau em um transatl\u00e2ntico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Um futuro com menos empregos?<br \/>\n<\/strong>Os especialistas concordam que a tecnologia substituir\u00e1 as fun\u00e7\u00f5es repetitivas e tende a eliminar os empregos de baixa qualifica\u00e7\u00e3o, mas discordam em rela\u00e7\u00e3o ao impacto dessa mudan\u00e7a sobre as taxas de desemprego ao redor do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas economias mais desenvolvidas, a \u201cquarta revolu\u00e7\u00e3o industrial\u201d j\u00e1 come\u00e7a a criar uma polariza\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho, diz Maloney, do Banco Mundial, suprimindo as fun\u00e7\u00f5es \u201cdo meio\u201d, aquelas que n\u00e3o pagam os menores sal\u00e1rios, mas tamb\u00e9m n\u00e3o englobam os empregos de alta qualifica\u00e7\u00e3o. Um exemplo s\u00e3o as linhas de montagem nas ind\u00fastrias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos emergentes, como o Brasil, ele ressalva, esse redesenho ainda n\u00e3o \u00e9 vis\u00edvel. S\u00e3o muitos os setores que ainda usam m\u00e3o de obra de forma intensiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O problema nesses casos \u00e9 que a m\u00e3o-de-obra \u00e9 pouco qualificada e, de forma geral, as iniciativas dos governos locais para aumentar os indicadores de educa\u00e7\u00e3o t\u00eam sido pouco eficientes. Com um mercado de trabalho cada vez mais restrito para os menos qualificados, tamb\u00e9m h\u00e1 risco de aumento do desemprego. \u201cMas n\u00f3s n\u00e3o sabemos em que velocidade isso pode acontecer.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 algo ainda mais grave: as economias menos desenvolvidas parecem estar perdendo uma chance importante de se beneficiar da \u201cquarta revolu\u00e7\u00e3o industrial\u201d. \u201cAs empresas desses pa\u00edses deveriam estar adotando novas tecnologias e investindo agressivamente em pesquisa e desenvolvimento. Os governos n\u00e3o deveriam estar pensando em outra coisa. E n\u00e3o estamos vendo nenhuma das duas coisas\u201d, destaca Maloney.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa \u00e9 a principal caracter\u00edstica do que o economista chama de \u201cparadoxo da inova\u00e7\u00e3o\u201d: o retorno dos investimentos em inova\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito mais altos em pa\u00edses pobres e, no entanto, o esfor\u00e7o dessas na\u00e7\u00f5es para tirar proveito disso \u00e9 muito pequeno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00f3s n\u00e3o completamos nem a terceira revolu\u00e7\u00e3o industrial\u201d, concorda Altair Rossato, da Deloitte, referindo-se \u00e0 perda de competitividade e de produtividade da ind\u00fastria brasileira nas \u00faltimas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sem um esfor\u00e7o para consertar os problemas estruturais de suas economias e para elevar o investimento em inova\u00e7\u00e3o, pa\u00edses como o Brasil correm o risco de perder relev\u00e2ncia na economia global.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u2018Imposto dos rob\u00f4s\u2019<br \/>\n<\/strong>Nos pa\u00edses ricos, o impacto negativo da automatiza\u00e7\u00e3o sobre o n\u00edvel de emprego \u00e9 algo que j\u00e1 preocupa especialistas e governos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No ano passado, Bill Gates, cofundador da Microsoft, defendeu a cria\u00e7\u00e3o de um imposto sobre a robotiza\u00e7\u00e3o do processo produtivo como forma de suavizar esses potenciais efeitos negativos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cHoje, a renda do oper\u00e1rio que trabalha na f\u00e1brica \u00e9 taxada. Se um rob\u00f4 desempenhar a mesma fun\u00e7\u00e3o, ele deveria ser taxado em um n\u00edvel similar\u201d, justificou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os recursos arrecadados, ele disse em entrevista na \u00e9poca, poderiam ser usados para financiar treinamento e desenvolvimento de ocupa\u00e7\u00f5es em que o ser humano ainda \u00e9 imprescind\u00edvel, mas que s\u00e3o pouco incentivadas \u2013 cuidadores de idosos ou trabalhar com crian\u00e7as nas escolas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m em 2017, o Parlamento Europeu chegou a discutir uma \u201crobot tax\u201d para financiar algum tipo de prote\u00e7\u00e3o social aos trabalhadores que perdessem o emprego para as m\u00e1quinas. A medida proposta por Mady Delvaux, parlamentar de Luxemburgo, entretanto, foi rejeitada em fevereiro daquele ano. O assunto, contudo, continua sendo discutido na Comiss\u00e3o de Assuntos Legais da UE.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: BBC Brasil \/ CONTEC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">H\u00e1 alguns anos, a consultoria Deloitte construiu salas de videoconfer\u00eancia altamente tecnol\u00f3gicas em suas principais sedes ao redor do globo \u2013 inclusive S\u00e3o Paulo \u2013 por acreditar que o futuro seria um tempo em que praticamente n\u00e3o haveria reuni\u00f5es presenciais. A tecnologia usada na \u00e9poca continua inovadora. As salas t\u00eam tel\u00f5es enormes que d\u00e3o aos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6239,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-6238","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6238","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6238"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6238\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6239"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6238"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6238"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6238"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}