{"id":6021,"date":"2018-04-24T10:43:10","date_gmt":"2018-04-24T13:43:10","guid":{"rendered":"http:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/?p=6021"},"modified":"2018-04-24T13:35:05","modified_gmt":"2018-04-24T16:35:05","slug":"funcionaria-coagida-a-se-demitir-recebera-indenizacao-por-danos-morais-no-valor-de-r-50-mil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/noticias-em-destaque\/funcionaria-coagida-a-se-demitir-recebera-indenizacao-por-danos-morais-no-valor-de-r-50-mil\/","title":{"rendered":"Funcion\u00e1ria coagida a se demitir receber\u00e1 indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais no valor de R$ 50 mil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em>Mulher afirmou ter sofrido constantes constrangimentos no ambiente de trabalho, incluindo amea\u00e7as de demiss\u00e3o quando n\u00e3o cumpria suas metas<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ju\u00edza da 3\u00aa VT de Campinas\/SP reverteu pedido de demiss\u00e3o em rescis\u00e3o indireta do contrato.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma banc\u00e1ria que sofreu ass\u00e9dio moral e foi coagida a se demitir ser\u00e1 indenizada em R$ 50 mil por danos morais. A decis\u00e3o \u00e9 da ju\u00edza do Trabalho Roselene Aparecida Taveira, da 3\u00aa VT de Campinas\/SP, que tamb\u00e9m reverteu o pedido de demiss\u00e3o em rescis\u00e3o indireta do contrato de trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A banc\u00e1ria ingressou na Justi\u00e7a requerendo indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais alegando que sofria constrangimentos no local de trabalho e que quando n\u00e3o alcan\u00e7ava suas metas era cobrada por sua superior, que amea\u00e7ava demiti-la constantemente. A funcion\u00e1ria pleiteou ainda a nulidade do pedido de demiss\u00e3o, afirmando que pediu para sair do emprego em raz\u00e3o do dos abusos sofridos no trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao julgar o caso, a ju\u00edza do Trabalho Roselene Aparecida Taveira entendeu que o depoimento do preposto da empresa comprovou o ass\u00e9dio moral sofrido pela banc\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A magistrada considerou que, no caso em quest\u00e3o, \u00e9 claramente caracterizada a situa\u00e7\u00e3o an\u00e1loga ao estado de perigo previsto no artigo 156 do C\u00f3digo Civil e afirmou que \u201ctodos os elementos analisados convergem para se concluir pela invalidade do pedido de demiss\u00e3o, realizado quando a autora estava sob coa\u00e7\u00e3o, em estado an\u00e1logo ao de perigo, submetida a cr\u00edticas e press\u00f5es reiteradas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com isso, condenou o banco ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais \u00e0 funcion\u00e1ria, al\u00e9m de reverter o pedido de demiss\u00e3o feito pela autora em rescis\u00e3o indireta do contrato de trabalho e determinar que a institui\u00e7\u00e3o pague \u00e0 trabalhadora os benef\u00edcios a serem recebidos em decorr\u00eancia de dispensa sem justa causa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO quadro narrado pelo depoimento prestado pelo preposto da r\u00e9 caracteriza situa\u00e7\u00e3o em que o trabalhador, fragilizado e submetido a um ambiente de trabalho hostil, n\u00e3o disp\u00f5e de meios de defesa. Suscitar a rescis\u00e3o indireta do contrato de trabalho \u00e9 um mecanismo poss\u00edvel, mas ao n\u00e3o fazer uso de tal meio o trabalhador n\u00e3o renuncia a seus direitos e tampouco s\u00e3o modificados os fatos enunciados.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Processo: 0011341-90.2016.5.15.0043<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: CONTEC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">Mulher afirmou ter sofrido constantes constrangimentos no ambiente de trabalho, incluindo amea\u00e7as de demiss\u00e3o quando n\u00e3o cumpria suas metas Ju\u00edza da 3\u00aa VT de Campinas\/SP reverteu pedido de demiss\u00e3o em rescis\u00e3o indireta do contrato. Uma banc\u00e1ria que sofreu ass\u00e9dio moral e foi coagida a se demitir ser\u00e1 indenizada em R$ 50 mil por danos morais. 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