{"id":3048,"date":"2018-02-11T18:21:23","date_gmt":"2018-02-11T20:21:23","guid":{"rendered":"http:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/?p=3048"},"modified":"2018-02-11T18:21:23","modified_gmt":"2018-02-11T20:21:23","slug":"santander-e-alvo-de-protestos-em-campinas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/bancos\/santander\/santander-e-alvo-de-protestos-em-campinas\/","title":{"rendered":"Santander \u00e9 alvo de protestos em Campinas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3049\" src=\"http:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/santander_alvo_de_protestos.jpg\" alt=\"Santander \u00e9 alvo de protestos em Campinas\" width=\"960\" height=\"540\" srcset=\"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/santander_alvo_de_protestos.jpg 960w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/santander_alvo_de_protestos-450x253.jpg 450w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/santander_alvo_de_protestos-768x432.jpg 768w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/santander_alvo_de_protestos-24x14.jpg 24w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/santander_alvo_de_protestos-36x20.jpg 36w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/santander_alvo_de_protestos-48x27.jpg 48w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/santander_alvo_de_protestos-600x338.jpg 600w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/santander_alvo_de_protestos-800x450.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/p>\n<p>A diretoria do Sindicato est\u00e1 neste momento no Centro de processamento do Banco Santander, em Campinas, onde banc\u00e1rios dirigentes sindicais protestam contra os efeitos destrutivos da reforma trabalhista.<\/p>\n<p>O Sindicato n\u00e3o compactua com a falta de respeito do Banco Santander, os banc\u00e1rios cobram que a conven\u00e7\u00e3o coletiva seja respeitada e que acima de tudo, haja um di\u00e1logo sobre as homologa\u00e7\u00f5es, que n\u00e3o est\u00e3o sendo respeitadas.<\/p>\n<p>O banco Santander \u00e9 alvo, mais uma vez, de protestos realizados por banc\u00e1rios em todo o pa\u00eds ap\u00f3s ter implementado medidas que prejudicam os trabalhadores, sem sequer consultar os funcion\u00e1rios ou seus representantes sindicais. No dia 20 de dezembro o banco j\u00e1 havia sido alvo de protestos.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cDepois dos protestos do dia 20, enviamos um of\u00edcio ao banco solicitando negocia\u00e7\u00f5es, mas sequer obtivemos resposta. Por isso, estamos novamente nas ruas protestando contra as medidas arbitr\u00e1rias que retiram direitos da categoria e contra o desrespeito do banco pelos trabalhadores\u201d, disse Maria Rosani, coordenadora da Comiss\u00e3o de Organiza\u00e7\u00e3o dos Empregados (COE) do Santander.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O banco implantou um sistema para for\u00e7ar a assinatura em um Acordo Individual de Banco de Horas Semestral. Essa medida \u00e9 inconstitucional e, al\u00e9m disso, mostra o total desrespeito do banco espanhol para com os trabalhadores e seus representantes sindicais.<\/p>\n<p>Antes dos protestos, os trabalhadores j\u00e1 haviam se reunido com o banco para questionar a arbitrariedade do banco e solicitarem a suspens\u00e3o do sistema at\u00e9 que houvesse negocia\u00e7\u00e3o sobre a implanta\u00e7\u00e3o da medida. O banco manteve a intransig\u00eancia e disse que n\u00e3o haveria negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Outras arbitrariedades<\/strong><br \/>\nTamb\u00e9m sem nenhuma negocia\u00e7\u00e3o, o banco informou a altera\u00e7\u00e3o do dia de pagamento dos sal\u00e1rios, do dia 20 para o dia 30, e os meses de pagamento do 13\u00ba sal\u00e1rio, antes mar\u00e7o e novembro, agora passam a ser maio e dezembro. O desrespeito aos trabalhadores e \u00e0 sua organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 uma pr\u00e1tica antissincial que o banco tenta aplicar repetidamente.<\/p>\n<p>Os trabalhadores tamb\u00e9m sofrem com os aumentos abusivos do plano de sa\u00fade, que tem causado dificuldades para muitos deles bancarem os custos. Outro problema constante no banco \u00e9 o grande n\u00famero de demiss\u00f5es. Nos \u00faltimos dias, o banco dispensou 200 funcion\u00e1rios. N\u00e3o bastasse tudo isso, o banco j\u00e1 informou que vai aplicar o parcelamento das f\u00e9rias. Que ningu\u00e9m se iluda que esse parcelamento ser\u00e1 negociado. Como podemos ver, negocia\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma caracter\u00edstica do banco.<\/p>\n<p><strong>Hora de mobilizar<\/strong><br \/>\nA Conven\u00e7\u00e3o Coletiva de Trabalho (CCT) dos banc\u00e1rios tem vig\u00eancia at\u00e9 31 de agosto de 2018. No Santander h\u00e1 tamb\u00e9m um Acordo Aditivo. \u201cSe n\u00e3o reagirmos a esse ataque agora, assim que terminar a vig\u00eancia do acordo e da CCT, podem ter certeza de que o banco espanhol vai cortar todos os direitos dos trabalhadores que a nova lei trabalhista lhe permite. Ou cruzamos os bra\u00e7os agora ou vai piorar depois\u201d, disse Maria Rosani, coordenadora da Comiss\u00e3o de Organiza\u00e7\u00e3o dos Empregados (COE) do Santander.<\/p>\n<p>Para Rita Berlofa, presidenta da UNI Finan\u00e7as Mundial, tamb\u00e9m funcion\u00e1ria do banco espanhol o que est\u00e1 acontecendo no Santander pode acontecer tamb\u00e9m com os demais bancos e tamb\u00e9m nos outros setores. \u201cTodos os trabalhadores precisam estar alertas e apoiar este protesto. Hoje \u00e9 o banco espanhol que desrespeita e corta os direitos dos brasileiros, mas essa reforma foi feita por encomenda dos empres\u00e1rios. Eles v\u00e3o querer colocar em pr\u00e1tica todo o massacre que ela prev\u00ea. Ou a classe trabalhadora se levanta e luta unida desde j\u00e1, ou quando pensar em fazer isso pode ser muito tarde\u201d, disse a dirigente.<\/p>\n<p>Fonte: Contraf com edi\u00e7\u00f5es de Rafael Rodrigues<br \/>\nFoto: SEEB SJC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">A diretoria do Sindicato est\u00e1 neste momento no Centro de processamento do Banco Santander, em Campinas, onde banc\u00e1rios dirigentes sindicais protestam contra os efeitos destrutivos da reforma trabalhista. 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