{"id":3025,"date":"2018-02-11T17:43:29","date_gmt":"2018-02-11T19:43:29","guid":{"rendered":"http:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/?p=3025"},"modified":"2018-02-11T17:43:29","modified_gmt":"2018-02-11T19:43:29","slug":"bancario-com-deficiencia-e-indenizado-por-falta-de-acessibilidade-em-agencia-do-itau","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/bancos\/itau\/bancario-com-deficiencia-e-indenizado-por-falta-de-acessibilidade-em-agencia-do-itau\/","title":{"rendered":"Banc\u00e1rio com defici\u00eancia \u00e9 indenizado por falta de acessibilidade em ag\u00eancia do Ita\u00fa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3026\" src=\"http:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cadeirante-02.jpg\" alt=\"Banc\u00e1rio com defici\u00eancia \u00e9 indenizado por falta de acessibilidade em ag\u00eancia do Ita\u00fa\" width=\"1370\" height=\"587\" srcset=\"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cadeirante-02.jpg 1048w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cadeirante-02-450x193.jpg 450w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cadeirante-02-768x329.jpg 768w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cadeirante-02-1024x439.jpg 1024w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cadeirante-02-24x10.jpg 24w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cadeirante-02-36x15.jpg 36w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cadeirante-02-48x21.jpg 48w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cadeirante-02-600x257.jpg 600w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/cadeirante-02-800x343.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 1370px) 100vw, 1370px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho n\u00e3o admitiu recurso de um banc\u00e1rio com dificuldade de locomo\u00e7\u00e3o que pretendia aumentar o valor da condena\u00e7\u00e3o imposta ao Ita\u00fa Unibanco S.A. a t\u00edtulo de indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral, fixada em R$ 10 mil. A condena\u00e7\u00e3o, determinada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 15\u00aa Regi\u00e3o (Campinas\/SP), foi motivada pela falta de instala\u00e7\u00f5es adequadas \u00e0s pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Devido a um tumor na medula, o banc\u00e1rio tinha dificuldade de locomo\u00e7\u00e3o, mas, em duas ag\u00eancias em que trabalhou, n\u00e3o havia elevadores, obrigando-o a subir escadas para ir ao refeit\u00f3rio e aos sanit\u00e1rios, que ficavam em andares diversos daquele onde trabalhava. Ele ainda era repreendido quando extrapolava o hor\u00e1rio do lanche.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ju\u00edzo de primeiro grau reconheceu o dano moral e arbitrou a repara\u00e7\u00e3o em R$ 5 mil, mas o TRT aumentou a condena\u00e7\u00e3o, nesse t\u00f3pico, para R$ 10 mil. Em recurso ao TST, o banc\u00e1rio alegou que a quantia n\u00e3o est\u00e1 de acordo com a proporcionalidade entre a condi\u00e7\u00e3o financeira do empregador, o car\u00e1ter pedag\u00f3gico da puni\u00e7\u00e3o e a gravidade da les\u00e3o moral. \u201c\u00c9 \u00ednfima a indeniza\u00e7\u00e3o no montante de R$ 10 mil, j\u00e1 que o lucro l\u00edquido do Ita\u00fa Unibanco S.A. \u00e9 infinitamente superior a este valor\u201d, argumentou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, o relator do processo na Terceira Turma, ministro Alexandre Agra Belmonte, entendeu que o Tribunal Regional considerou, sim, o grau de lesividade da ofensa e a capacidade financeira do banco, em conformidade com o artigo 944 do C\u00f3digo Civil, no sentido de que a indeniza\u00e7\u00e3o \u00e9 mensurada pela extens\u00e3o do dano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministro explicou que o TST adotou o entendimento de que o valor das indeniza\u00e7\u00f5es por danos morais s\u00f3 pode ser modificado nas hip\u00f3teses em que as inst\u00e2ncias ordin\u00e1rias fixarem import\u00e2ncias fora dos limites da proporcionalidade e da razoabilidade. No caso do banc\u00e1rio, Agra Belmonte disse n\u00e3o haver elementos que permitam verificar a aus\u00eancia desses crit\u00e9rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Acordo<\/strong><br \/>\nPor unanimidade, a Turma acompanhou o relator, mas, depois do julgamento, as partes chegaram a acordo em concilia\u00e7\u00e3o para o pagamento de R$ 80 mil ao trabalhador. A quantia abrange tamb\u00e9m outras condena\u00e7\u00f5es relativas a horas extras e reflexos, al\u00e9m de intervalos para descanso e alimenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o concedidos integralmente. O acordo ocorreu no TRT de Campinas\/SP. (Guilherme Santos\/CF) Processo: ARR-177-51.2011.5.15.0093<\/p>\n<p>Fonte: TST<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho n\u00e3o admitiu recurso de um banc\u00e1rio com dificuldade de locomo\u00e7\u00e3o que pretendia aumentar o valor da condena\u00e7\u00e3o imposta ao Ita\u00fa Unibanco S.A. a t\u00edtulo de indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral, fixada em R$ 10 mil. 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