{"id":12233,"date":"2020-04-30T12:43:11","date_gmt":"2020-04-30T15:43:11","guid":{"rendered":"http:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/?p=12233"},"modified":"2020-04-30T12:43:11","modified_gmt":"2020-04-30T15:43:11","slug":"o-dia-do-trabalho-na-era-do-coronavirus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/noticias\/o-dia-do-trabalho-na-era-do-coronavirus\/","title":{"rendered":"O Dia do Trabalho na era do coronav\u00edrus"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-12235 size-full\" src=\"http:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/dia-do-trabalho-1.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"531\" srcset=\"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/dia-do-trabalho-1.jpg 700w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/dia-do-trabalho-1-395x300.jpg 395w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/dia-do-trabalho-1-24x18.jpg 24w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/dia-do-trabalho-1-36x27.jpg 36w, https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/dia-do-trabalho-1-48x36.jpg 48w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<p><strong>Foto: <\/strong>pixabay\/rottonara<\/p>\n<p>No mundo de 2020, confinado devido \u00e0 pandemia de COVID-19, o dia 1\u00ba de Maio, sem as tradicionais passeatas, ser\u00e1 totalmente in\u00e9dito, mas os sindicatos aproveitar\u00e3o a data para ressaltar o papel crucial dos trabalhadores na linha de frente da crise de sa\u00fade.<\/p>\n<p>Este Dia do Trabalho, evento coletivo por excel\u00eancia, ser\u00e1 \u201cin\u00e9dito na hist\u00f3ria sindical\u201d, destaca o historiador franc\u00eas St\u00e9phane Sirot, especialista em movimentos sociais.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 como um 1\u00ba de Maio em tempos de guerra. Mas \u00e9 a primeira vez que a situa\u00e7\u00e3o de sa\u00fade entra em jogo\u201d, afirmou \u00e0 AFP.<\/p>\n<p>No momento em que metade da humanidade est\u00e1 confinada e depois que o novo coronav\u00edrus matou mais de 200.000 pessoas, as manifesta\u00e7\u00f5es est\u00e3o proibidas, mas os sindicatos imaginam outras formas de mobiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEmbora estejamos confinados, vamos todos nos manifestar em 1\u00ba de Maio com faixas, bandeiras, ou invadindo as redes sociais, e dar a este dia uma verdadeira for\u00e7a coletiva\u201d, escreveram v\u00e1rios sindicatos na Fran\u00e7a, onde geralmente acontecem grandes passeatas nesta data.<\/p>\n<p>Os sindicatos pretendem homenagear em especial os \u201cesquecidos\u201d e \u201cinvis\u00edveis\u201d da sociedade, que continuam trabalhando, com frequ\u00eancia colocando a pr\u00f3pria vida em risco, como os profissionais da sa\u00fade, funcion\u00e1rios dos supermercados, ou garis.<\/p>\n<p>Na It\u00e1lia, um dos pa\u00edses europeus mais afetados pela pandemia, com mais de 25.000 mortos, o grande show que tradicionalmente \u00e9 organizado pelas principais centrais sindicais nesta data, em Roma, acontecer\u00e1 sem a presen\u00e7a do p\u00fablico.<\/p>\n<p>V\u00e1rios artistas foram convidados para uma apresenta\u00e7\u00e3o no Auditorium, grande palco musical da capital, para um espet\u00e1culo que recebeu o t\u00edtulo \u201cTrabalho seguro: construindo o futuro\u201d, que ser\u00e1 exibido ao vivo pelo canal p\u00fablico Rai 3.<\/p>\n<p>Os sindicatos do Reino Unido tamb\u00e9m cancelaram os eventos planejados, mas destacaram que \u00e9 \u201cmais importante do que nunca destacar a contribui\u00e7\u00e3o dos trabalhadores\u201d em tempos de crise.<\/p>\n<p>Os brit\u00e2nicos receberam o pedido para publicar um v\u00eddeo curto nas redes sociais com o agradecimento a um trabalhador que fez a diferen\u00e7a em sua vida.<\/p>\n<p>Na Gr\u00e9cia, pa\u00eds com forte tradi\u00e7\u00e3o sindical, a Confedera\u00e7\u00e3o de Trabalhadores do Setor Privado (GSEE) afirmou que \u201crespeita as instru\u00e7\u00f5es relativas \u00e0 proibi\u00e7\u00e3o de reuni\u00f5es com mais de dez pessoas\u201d.<\/p>\n<p>Diante do fantasma de uma nova recess\u00e3o ap\u00f3s dez anos de crise, n\u00e3o est\u00e1 descartado, por\u00e9m, que os sindicatos comunistas organizem um com\u00edcio simb\u00f3lico diante do Parlamento de Atenas.<\/p>\n<p><strong>\u2013 Em casa \u2013<\/strong><br \/>\nEm Cuba, a Central dos Trabalhadores (CTC; \u00fanica) pediu \u00e0s pessoas que celebrem em suas casas e estimulou iniciativas nas redes sociais.<\/p>\n<p>\u201cA comemora\u00e7\u00e3o desta data ter\u00e1 nossos lares como palco, nesta ocasi\u00e3o, hoje convertidos, junto \u00e0 fam\u00edlia, em trincheira decisiva na batalha crucial contra a pandemia que nos assola, que exige de todos cada vez mais disciplina social, responsabilidade individual e coletiva\u201d, afirmou o secret\u00e1rio-geral, Ulises Guilarte.<\/p>\n<p>\u201cDia 1\u00ba de Maio: Mais fortes juntos, mas cada um por sua conta\u201d. Este \u00e9 o lema na Dinamarca, onde o Dia do Trabalho ser\u00e1 exclusivamente virtual, liderado pela maior organiza\u00e7\u00e3o sindical, FH, que re\u00fane todas as iniciativas no Facebook.<\/p>\n<p>Na Su\u00e9cia e Noruega, as celebra\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m acontecer\u00e3o na Internet, sob o lema \u201cseguran\u00e7a para a sa\u00fade e o trabalho\u201d.<\/p>\n<p><strong>\u2013 Controv\u00e9rsias \u2013<\/strong><br \/>\nNo Uruguai, a maior central sindical, PIT-CNT, solicitou ao presidente Luis Lacalle Pou autoriza\u00e7\u00e3o para uma transmiss\u00e3o nacional de r\u00e1dio e televis\u00e3o para divulgar uma mensagem que substitua o tradicional grande ato de 1\u00ba de Maio.<\/p>\n<p>Lacalle Pou rejeitou a possibilidade, argumentando que a pol\u00edtica governamental sobre o uso deste recurso \u201ccontempla apenas necessidades de car\u00e1ter nacional que envolvam as institui\u00e7\u00f5es governamentais\u201d.<\/p>\n<p>A central sindical optou por organizar quatro \u201cpequenos atos\u201d que cumpram os crit\u00e9rios das autoridades de sa\u00fade, com a leitura de um discurso de cinco a seis minutos.<\/p>\n<p>Na Indon\u00e9sia, os sindicatos pretendem manter as manifesta\u00e7\u00f5es do Dia do Trabalho em Jacarta, que re\u00fanem dezenas de milhares de pessoas, apesar da proibi\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia.<\/p>\n<p>Na China, onde o coronav\u00edrus foi detectado em dezembro, a situa\u00e7\u00e3o retornou \u00e0 normalidade, e o governo ampliou por mais dois dias o tradicional feriado de 1\u00ba de Maio com a esperan\u00e7a de estimular o com\u00e9rcio e o turismo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do s\u00edmbolo do 1\u00ba de Maio, a verdadeira quest\u00e3o, segundo o historiador St\u00e9phane Sirot, \u00e9 como se desenvolver\u00e1 a a\u00e7\u00e3o sindical nos pr\u00f3ximos meses, ante uma \u201cfratura social\u201d que deve afetar a maioria dos pa\u00edses.<\/p>\n<p>\u201cA a\u00e7\u00e3o dos sindicatos ser\u00e1 muito complicada. As concentra\u00e7\u00f5es em massa, uma de suas ferramentas essenciais, continuar\u00e3o proibidas mesmo ap\u00f3s o fim dos confinamentos estritos\u201d, argumentou.<\/p>\n<p>\u201cO ativismo sindical se baseia em passeatas, reuni\u00f5es, manifesta\u00e7\u00f5es, contatos, mas, em uma \u00e9poca de distanciamento social, isto vai ser complicado\u201d, conclui Sirot.<\/p>\n<p>Fonte: Estado de Minas \/ Contec<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">Foto: pixabay\/rottonara No mundo de 2020, confinado devido \u00e0 pandemia de COVID-19, o dia 1\u00ba de Maio, sem as tradicionais passeatas, ser\u00e1 totalmente in\u00e9dito, mas os sindicatos aproveitar\u00e3o a data para ressaltar o papel crucial dos trabalhadores na linha de frente da crise de sa\u00fade. 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