{"id":10878,"date":"2019-10-08T10:15:06","date_gmt":"2019-10-08T13:15:06","guid":{"rendered":"http:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/?p=10878"},"modified":"2019-10-10T16:42:29","modified_gmt":"2019-10-10T19:42:29","slug":"banco-santander-indenizara-gestante-chamada-de-burra-por-gerente-por-ter-engravidado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sjcbancarios.com.br\/site\/noticias\/banco-santander-indenizara-gestante-chamada-de-burra-por-gerente-por-ter-engravidado\/","title":{"rendered":"Banco Santander indenizar\u00e1 gestante chamada de burra por gerente por ter engravidado"},"content":{"rendered":"<p>A 2\u00aa Turma fixou o valor da condena\u00e7\u00e3o em R$ 30 mil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Banco Santander (Brasil) S.A. dever\u00e1 pagar R$ 30 mil de indeniza\u00e7\u00e3o a uma empregada ofendida por uma gerente ao informar, em reuni\u00e3o, que estava gr\u00e1vida. A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho, ao manter o entendimento de que houve dano moral, aumentou o valor da condena\u00e7\u00e3o de R$ 15 mil para R$ 30 mil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cContrato de burrice\u201d<br \/>\nCoordenadora de atendimento e depois gerente de relacionamento de pessoa f\u00edsica, a banc\u00e1ria trabalhava numa ag\u00eancia do Santander em Varginha quando decidiu pedir demiss\u00e3o em 2012 e, em 2013, ajuizar a reclama\u00e7\u00e3o trabalhista com o pedido de indeniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com uma testemunha, numa reuni\u00e3o realizada em 2009, a gerente disse, diante de todos os presentes, que a subordinada estava \u201cassinando um contrato de burrice\u201d, pois a gravidez iria prejudicar sua ascens\u00e3o profissional, e que ela \u201cn\u00e3o tinha estrutura para gerar um filho\u201d. Ainda segundo o relato, a banc\u00e1ria saiu da reuni\u00e3o chorando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vexame<br \/>\nO ju\u00edzo da Vara de Varginha considerou que a conduta antijur\u00eddica da gerente havia causado \u00e0 banc\u00e1ria \u201cvexame, dor e constrangimento em raz\u00e3o da gravidez\u201d. A repara\u00e7\u00e3o foi fixada em R$ 10 mil, mas o Tribunal Regional do Trabalho da 3\u00aa Regi\u00e3o (MG) aumentou o valor para R$ 15 mil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desest\u00edmulo<br \/>\nA relatora do recurso de revista da banc\u00e1ria, ministra Maria Helena Mallmann, explicou que a jurisprud\u00eancia do TST admite a altera\u00e7\u00e3o da valora\u00e7\u00e3o do dano moral para ajustar a decis\u00e3o aos par\u00e2metros da razoabilidade e da proporcionalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso da banc\u00e1ria, ficou demonstrado que o abalo psicol\u00f3gico relacionado ao seu estado grav\u00eddico decorreu da atitude da empresa, por meio de sua superior hier\u00e1rquica. Na avalia\u00e7\u00e3o da ministra, a condena\u00e7\u00e3o arbitrada pelo TRT foi \u201cdemasiadamente m\u00f3dica\u201d para reparar o abalo e desestimular as a\u00e7\u00f5es il\u00edcitas da empresa e de seus prepostos. A decis\u00e3o foi un\u00e2nime. (LT\/CF)<\/p>\n<p>Fonte: TST \/ CONTEC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">A 2\u00aa Turma fixou o valor da condena\u00e7\u00e3o em R$ 30 mil. O Banco Santander (Brasil) S.A. dever\u00e1 pagar R$ 30 mil de indeniza\u00e7\u00e3o a uma empregada ofendida por uma gerente ao informar, em reuni\u00e3o, que estava gr\u00e1vida. 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